A Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Educação (Seduc), promove passeios educativos com estudantes da rede municipal de ensino na Expoingá 2026. Ao todo, mais de 1,1 mil crianças do infantil 5 ao 5º ano participarão das atividades, que unem aprendizado, lazer e conhecimento sobre a vida no campo até esta sexta-feira, 15.Nesta terça-feira, 13, cerca de 165 alunos conheceram a ‘Fazendinha’, espaço mantido pela Sociedade Rural de Maringá (SRM), Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e Universidade Estadual de Maringá (UEM). No local, há exemplos sobre plantio do café, da soja e trigo, processo do alimento até a mesa, além de mostra sobre outras culturas agrícolas. As crianças também tiveram contato com animais e participaram de atividades de lazer.
O estudante Davi Reis, que tem Transtorno do Espectro Autista (TEA), ficou encantado com o passeio na ‘Fazendinha’. “Eu gostei do sítio porque fiz carinho nos bichinhos. É muito fofo”, disse. A professora de apoio, Márcia Rink, destacou que a visita proporciona aprendizado na prática e amplia o contato das crianças com o universo rural. “Na escola eles aprendem muita teoria e aqui conseguem vivenciar tudo isso. É uma experiência enriquecedora para todo mundo”, ressaltou.
A secretária de Educação, Adriana Palmieri, destacou a importância da ação para o desenvolvimento das crianças. “Esses momentos contribuem para o aprendizado de forma leve e interativa. Além do passeio e da diversão, os estudantes têm a oportunidade de conhecer novos ambientes, ampliar conhecimentos e vivenciar experiências diferentes da rotina escolar, fortalecendo também os laços de amizade”, afirmou.
Para a estudante Isis Cruz, conhecer os animais na ‘Fazendinha’ também foi um dos momentos mais especiais. “Eu gostei muito dos animais, principalmente das ovelhinhas”, contou. Já a aluna Heloísa Rodrigues reforçou que a experiência ajuda no aprendizado fora da sala de aula. “Vimos como se planta morango. E quando a gente vê os animais de perto e aprende como eles vivem, fica mais fácil entender depois na escola”, explicou.






