A superlua ocorre quando a Lua cheia se encontra mais próxima da Terra em sua órbita, fazendo com que pareça maior e apresente um brilho mais intenso.
A noite desta quinta-feira (4) trouxe um verdadeiro espetáculo ao céu: a superlua, fenômeno que acontece quando o satélite atinge o perigeu — ponto de menor distância da Terra — ao mesmo tempo em que está em fase cheia. De acordo com astrônomos, o disco lunar pôde ser observado com até 15% mais luminosidade e tamanho, chamando atenção de quem olhou para o céu.
Essa proximidade é resultado da órbita elíptica da Lua, que faz com que ela se afaste e se aproxime do planeta ao longo do mês. Quando o momento de maior aproximação coincide com a Lua cheia, o resultado é um brilho mais evidente, perceptível mesmo em grandes centros urbanos.
Diversos moradores aproveitaram o evento para registrar imagens e vídeos, especialmente no instante em que a Lua surge no horizonte, momento em que a percepção de tamanho costuma ser ainda maior devido a um efeito óptico natural. Em cidades com céu aberto — como foi o caso de Maringá — o fenômeno pôde ser visto durante toda a noite e foi registrado pelo médico e fotógrafo Murilo Citelli.
“Eu não sabia que era uma superlua, mas decidi fotografar porque o tamanho dela estava chamando muita atenção naquela noite”, relatou Citelli.
Última superlua do ano
Embora não cause impactos diretos no cotidiano, o fenômeno costuma despertar interesse pelo visual marcante e por não acontecer em todas as luas cheias. Astrônomos explicam que o alinhamento entre fase lunar e proximidade com a Terra pode se repetir outras vezes ao longo dos anos — porém, esta foi a última superlua de 2025.







