Imagem enviada ao Maringá Post reforça alerta sobre medidas preventivas, sobretudo durante períodos de calor e chuva.
Um leitor do Maringá Post encaminhou à redação, nesta terça-feira (16), uma imagem que revela a presença de um filhote de escorpião amarelo no banheiro de um condomínio residencial situado na Zona 07 de Maringá. O registro chama a atenção para os riscos associados à presença do animal em áreas urbanas, principalmente dentro de residências, em locais como banheiros, que apresentam maior umidade e menor circulação de pessoas.
Segundo o morador, o escorpião foi encontrado durante um churrasco realizado no salão de festas do prédio. “Estávamos usando o espaço quando vimos o filhote de escorpião na pia do banheiro. Pelo que parecia, o animal já estava morto e acabou descendo pelo ralo”, relatou. O susto foi ainda maior porque havia crianças brincando no local no momento em que o escorpião foi identificado.
Especialistas apontam que este período do ano favorece o aumento de ocorrências envolvendo escorpiões, devido às temperaturas elevadas e às chuvas frequentes. Essas condições contribuem para a reprodução e o deslocamento dos animais, que deixam seus esconderijos em busca de alimento e abrigo, podendo acessar residências por meio de frestas, ralos e tubulações.
Cuidados com escorpiões
Para evitar a presença desses animais, a principal orientação é manter os imóveis limpos e bem organizados, sem acúmulo de entulhos, restos de materiais de construção, lixo ou madeira, que podem servir de abrigo tanto para escorpiões quanto para insetos que fazem parte de sua alimentação. Também é recomendado vedar ralos, fissuras e espaços em portas e janelas, além de manter caixas de gordura e de esgoto devidamente fechadas.
Caso um escorpião seja encontrado, a orientação é não tentar capturá-lo manualmente e acionar o serviço municipal de controle de zoonoses para que a remoção seja feita de forma adequada.
Em situações de picada, a pessoa deve buscar atendimento médico imediato, principalmente quando o acidente envolve crianças, idosos ou pessoas com doenças pré-existentes, considerados grupos mais suscetíveis às complicações.







