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Maringá tem 57 nomes com menos de dez registros cada, aponta IBGE

De acordo com informações divulgadas nesta terça-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o nome “Maria” continua sendo o mais comum em Maringá, com mais de 17,6 mil registros. O nome também lidera entre os bebês nascidos entre 2020 e 2022.

A pesquisa “Nomes no Brasil”, publicada pelo IBGE, revela que 57 nomes próprios são utilizados por menos de dez pessoas cada na cidade. O levantamento, baseado em dados do Censo Demográfico de 2022, mostra os nomes mais frequentes entre os brasileiros por município. Em Maringá, entre os nomes mais raros estão ‘Amaury’, ‘Alziro’, ‘Arquimedes’ e ‘Adina’. A lista completa está disponível no site do Instituto.

Ainda segundo o IBGE, o nome mais popular da Cidade Canção é Maria, com 17,6 mil registros. Entre os recém-nascidos entre 2020 e 2022, o nome também foi o mais escolhido, com 699 registros. No caso dos nomes masculinos, o destaque é ‘José’, que aparece 6.668 vezes entre os maringaenses, ocupando o terceiro lugar no ranking geral.

É possível consultar no site do IBGE se o seu nome está entre os mais ou menos frequentes no município, no estado ou em todo o país.

Maria e João são os nomes mais comuns do Paraná

Mesmo com a passagem dos anos e a chegada de novas tendências, Maria e João continuam no topo da lista dos nomes mais utilizados no Paraná. O dado faz parte do estudo “Nomes no Brasil”, divulgado nesta terça-feira (4) pelo IBGE, com base nas informações do Censo 2022.

De acordo com o levantamento, quase 500 mil mulheres no estado se chamam Maria, enquanto o nome João aparece em mais de 215 mil registros masculinos. O estudo também apontou que Silva permanece como o sobrenome mais frequente, presente em mais de 1,1 milhão de moradores.

Tradição que atravessa gerações

Os dados do IBGE indicam que nomes religiosos e tradicionais marcaram o século XX no Paraná. Entre os nascidos até 1960, nomes como Maria, José, João e Antônio eram os preferidos — reflexo de uma época fortemente influenciada pela religiosidade católica e pelos costumes familiares transmitidos entre gerações.

A partir da década de 1970, essa tendência começou a se diversificar: entre as mulheres, nomes como Márcia, Sandra, Adriana, Luciana e Patrícia se tornaram populares; entre os homens, Marcos, Paulo e Rodrigo ganharam destaque.