PUBLICIDADE

Deputada Maria Victoria (PP) propõe criação da Frente Parlamentar da Agropecuária na Assembleia do Paraná

Proposta cria espaço permanente de diálogo entre o Legislativo, produtores, cooperativas, entidades e toda a cadeia produtiva para defender a competitividade do agro paranaense

A deputada estadual Maria Victoria (PP) protocolou a criação da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) na Assembleia Legislativa do Paraná. A iniciativa pretende estabelecer um canal permanente de diálogo, defesa e construção de políticas públicas para fortalecer os produtores rurais, cooperativas, agroindústrias e setores que integram a cadeia produtiva do agro.

A proposta se inspira na FPA do Congresso Nacional e segundo Maria Victoria, a Frente terá uma agenda diretamente ligada às características e necessidades do Estado Paraná. A deputada participou de evento de campanha com o deputado federal e presidente da FPA, Pedro Lupion, na noite de segunda-feira (14).

“A ideia é termos na Assembleia um espaço forte e permanente de articulação em defesa do agro paranaense. Queremos uma Frente atuante, que esteja ao lado de quem produz e ajude a transformar as demandas do campo em ações concretas”, afirmou.

“A ideia é um modelo semelhante à FPA do Congresso Nacional, presidida pelo deputado Pedro Lupion”, acrescentou Maria Victoria.

A deputada destaca que defender o agro significa também fortalecer os municípios paranaenses. “A vida acontece nos municípios, e em grande parte do Paraná a força da economia local nasce no campo. Quando o produtor tem segurança para investir, a cooperativa cresce, a agroindústria se desenvolve, o comércio vende, os serviços avançam e novos empregos são criados.”, enumera.

Devido ao recesso legislativo, o início da tramitação da Frente está marcado para 5 de outubro, a reunião inaugural ocorrerá no dia 10 de novembro na Assembleia Legislativa.

AGENDA – O requerimento detalha que o agro precisa ocupar permanentemente a agenda de decisões do Paraná, especialmente diante de desafios relacionados a custos de produção, crédito, geopolítica, seguro rural, sanidade, infraestrutura, logística, clima, segurança jurídica, inovação e abertura de novos mercados.

A proposta já conta com a assinatura de deputados estaduais de diferentes legendas e prevê a aproximação do Legislativo com a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) e seus sindicatos rurais, a Ocepar e as cooperativas, produtores, entidades representativas, agroindústrias, universidades, centros de pesquisa e integrantes da cadeia.

DIÁLOGO- “Teremos um canal aberto para diálogo, antecipação de problemas e solução de demandas”, pontua Maria Victoria.

Segundo a deputada, uma das prioridades da FPA será ouvir quem está diretamente ligado à produção antes da formulação de políticas que impactem o setor. “Quem trabalha e gera riqueza precisa encontrar no poder público um parceiro, e não mais um obstáculo”

Zé Ramalho chega a Maringá para show com clássicos da música brasileira

Um dos maiores nomes da música popular brasileira, Zé Ramalho desembarca em Maringá no dia 19 de setembro para uma apresentação especial. O artista traz à cidade sua voz marcante, sua poesia e um repertório repleto de canções que se tornaram clássicos e atravessaram gerações.

Conhecido por sua mistura singular de referências nordestinas, rock, folk e elementos da cultura popular brasileira, Zé Ramalho construiu uma trajetória consolidada na música nacional, conquistando fãs com seu estilo único e suas composições marcantes.

No repertório, o público poderá reviver grandes sucessos da carreira do artista, como “Avôhai”, “Chão de Giz”, “Frevo Mulher” e “Admirável Gado Novo”, além de outras músicas que fazem parte da história da música brasileira.

A apresentação promete uma noite especial para os fãs, reunindo poesia, música e as características que fizeram de Zé Ramalho um dos artistas mais reconhecidos do país.

O show em Maringá é uma realização da A6 Produções e da LG Produções Artísticas, empresas que vêm promovendo grandes atrações e movimentando a agenda cultural da região.

A expectativa é reunir fãs de diferentes gerações para celebrar a trajetória de um artista que mantém sua relevância e sua identidade musical ao longo dos anos.

Serviço

Zé Ramalho ao vivo em Maringá
📅 19 de setembro
📍 Maringá, Paraná
🎤 Zé Ramalho
🎟️ Realização: A6 Produções e LG Produções Artísticas

Últimos ingressos: Marco Mezquida se apresenta em Curitiba no domingo (20)

Faltam poucos dias para Curitiba receber um dos artistas mais inventivos da música instrumental europeia. O pianista, compositor e improvisador espanhol Marco Mezquida se apresenta no próximo domingo (20), no Teatro da Reitoria, em nova edição do Curitiba Jazz Sessions. Os últimos ingressos estão à venda na plataforma Meaple.A apresentação integra a passagem do músico pelo Brasil, que também inclui concertos em Porto Alegre, Pelotas e Joinville. Em Curitiba, o público terá a oportunidade de conhecer a linguagem singular de Mezquida, construída a partir do encontro entre jazz, música clássica, flamenco, improvisação livre, folclore, música contemporânea e pop.

Aos 37 anos, Marco Mezquida é considerado uma das vozes mais brilhantes e versáteis da música ibérica. O artista já participou de mais de 100 álbuns, cerca de 30 deles como líder ou colíder, e levou seus projetos a importantes palcos de mais de 40 países.

Promovido pela Planeta Brasil, o Curitiba Jazz Sessions apresenta ao público diferentes vertentes da música instrumental e artistas reconhecidos no circuito internacional. Com a proximidade da apresentação e a disponibilidade reduzida de entradas, a recomendação é garantir os ingressos antecipadamente.

A apresentação de Marco Mezquida na capital paranaense acontece no dia 20 de setembro, no Teatro da Reitoria. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Meaple: https://meaple.com.br/curitibajazzsessions/marco-mezquida. Para mais informações, acesse os perfis oficiais das produtoras e do artista no Instagram: @curitibajazzsessions, @planetabrasilentretenimento, @goat_entertainment e @marcomezquida.

Mercado cripto transforma profissões e amplia demanda por profissionais híbridos no Brasil

O avanço do mercado de criptoativos no Brasil está provocando uma mudança que vai além do surgimento de novas carreiras ligadas à blockchain. Com a institucionalização do setor e o avanço da regulamentação, profissionais de áreas tradicionais passam a incorporar conhecimentos sobre ativos digitais, tokenização, stablecoins, custódia e contratos inteligentes às suas atividades. O movimento ganha força  à medida que novas regras aproximam o universo cripto das estruturas tradicionais do mercado financeiro.Nos primeiros anos do Bitcoin e da tecnologia blockchain, as oportunidades profissionais estavam concentradas principalmente em desenvolvimento de software, criptografia, mineração e negociação de ativos. Esse cenário se ampliou. Bancos, empresas financeiras, escritórios jurídicos, companhias de tecnologia, órgãos reguladores e outras organizações passaram a lidar diretamente com a economia de ativos digitais.

“Durante muito tempo, o mercado cripto foi associado quase exclusivamente a profissionais de tecnologia e negociação de ativos. Essa realidade mudou. Hoje, blockchain e ativos digitais já fazem parte das discussões de bancos, escritórios jurídicos, áreas de compliance, empresas de tecnologia e instituições financeiras. Isso amplia o mercado e, principalmente, exige que profissionais de diferentes formações desenvolvam novas competências”, afirma Cleverson Pereira, head educacional e criador da AVO (Aprendizado Virtual Online).

No Brasil, o processo ganhou uma base regulatória com a Lei nº 14.478/2022, que estabeleceu diretrizes para a prestação de serviços de ativos virtuais. Posteriormente, o Banco Central avançou na regulamentação do setor, incluindo regras para constituição e funcionamento das Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (SPSVAs) e novas exigências prudenciais em 2026. A consequência para o mercado de trabalho é a ampliação da demanda para além das funções essencialmente tecnológicas.

Direito, compliance, finanças e tecnologia incorporam competências em criptoativos

Entre as áreas impactadas estão desenvolvimento de software, cibersegurança, direito, compliance, contabilidade e auditoria, finanças, gestão de riscos, análise de dados, marketing, comunicação e gestão de produtos. Em vez de necessariamente substituir essas profissões, o mercado cripto tende a acrescentar novas competências às funções que já existem.

Advogados, por exemplo, passam a lidar com regulação de ativos digitais, tokenização e contratos inteligentes. Contadores e auditores precisam compreender operações com criptoativos e registros on-chain. Profissionais de finanças encontram stablecoins, custódia e mercados digitais em sua rotina, enquanto especialistas em compliance ganham novas atribuições relacionadas a AML/KYC, monitoramento de transações em blockchain e prevenção a crimes financeiros.

“Estamos entrando em uma etapa em que entender cripto deixa de ser uma competência restrita ao profissional de tecnologia. O advogado continua sendo advogado, o contador continua sendo contador e o profissional de compliance continua atuando em sua especialidade, mas todos começam a precisar compreender como blockchain e ativos digitais interferem em suas áreas”, avalia afirma Pedro Torres, Head Jurídico da OnilX.

Stablecoins ampliam impacto dos ativos digitais no mercado brasileiro

Um dos indicadores da dimensão alcançada pelo setor está nas stablecoins. Segundo dados da Receita Federal citados na pesquisa, elas representam aproximadamente 80% do volume declarado de criptoativos no Brasil. As operações realizadas desde julho de 2026 também passaram a integrar o sistema DeCripto, alinhado ao Crypto-Asset Reporting Framework (CARF), da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O avanço aumenta a necessidade de conhecimento especializado em áreas como tributação, contabilidade, compliance, tecnologia e análise financeira. Na prática, o domínio de ativos digitais começa a deixar de ser uma especialização isolada para funcionar como competência complementar dentro de profissões tradicionais.

“Quando ativos digitais entram de forma mais estruturada nas empresas e no sistema financeiro, surge a necessidade de profissionais capazes de conectar esse universo às disciplinas que já dominam. É nesse ponto que formação e atualização profissional ganham relevância, porque não basta conhecer blockchain isoladamente; é preciso entender sua aplicação dentro de cada área”, esclarece Pereira.

Tokenização reforça tendência do profissional híbrido

A tokenização também aparece como um dos vetores dessa transformação. O conceito envolve a representação digital de direitos ou ativos por meio de tecnologias de registro distribuído e aproxima a infraestrutura blockchain de segmentos tradicionais como bancos, corretoras, fundos, seguradoras e mercados de capitais. Nesse cenário, três movimentos profissionais acontecem paralelamente: surgem funções específicas, como blockchain developer, smart contract auditor, protocol engineer e especialistas em blockchain analytics; profissões tradicionais incorporam competências relacionadas a ativos digitais; e ganha espaço o chamado profissional híbrido, capaz de combinar sua formação original com conhecimento em blockchain e criptoativos.

Essa combinação pode aparecer em diferentes frentes: finanças e blockchain, direito e blockchain, compliance e blockchain, dados e blockchain, inteligência artificial e blockchain, cibersegurança e blockchain, além de comunicação e blockchain. A tendência desloca o debate sobre “profissões do futuro” para uma questão mais imediata: quais competências profissionais precisam ser atualizadas diante da integração dos ativos digitais à economia tradicional.

“O mercado cripto não está apenas criando cargos com novos nomes. Ele está redesenhando competências de carreiras que já existem. Para o profissional, isso significa que a especialização pode acontecer na interseção entre sua área de formação e a economia dos ativos digitais”, conclui o head educacional e criador da AVO

Aruna Ilhas libera construção de casas e inicia nova fase em Porto Rico

Condomínio de alto padrão localizado às margens do Rio Paraná tem mais de 80 mil m² de áreas de lazer, terá cinco ilhas temáticas e uma praia na área central.Os proprietários dos terrenos do Aruna Ilhas, condomínio residencial de alto padrão em Porto Rico, na Costa Noroeste do Paraná, já podem iniciar a construção de suas casas. A autorização foi concedida neste mês de setembro, após a conclusão da primeira etapa de infraestrutura e a ativação do condomínio, desenvolvido pela Aruna Urbanismo Arte. Às margens do Rio Paraná, o projeto foi concebido a partir de cinco ilhas temáticas, que receberam nomes inspirados em destinos turísticos: Santorini, Capri, Fiji, Bali e Maui. Ao todo, são mais de 80 mil metros quadrados de áreas de lazer, distribuídas entre as ilhas e a área central. Cada uma terá ambientes próprios para lazer, contemplação, descanso e atividades ao ar livre. Na região central, está prevista uma praia integrada às demais áreas de convivência. Para André Buzzo, diretor da Aruna Urbanismo Arte, a entrega aos proprietários representa o começo de uma nova etapa e reforça o compromisso com o cronograma estabelecido. “Estamos fazendo a ativação do condomínio, cumprindo os prazos que foram combinados e entregando a obra dentro do período estipulado. A partir do momento em que a gente entrega para os condôminos, eles já podem começar a construir as casas”, afirma. A primeira etapa contemplou as redes elétricas subterrâneas, hidráulicas e de esgoto, além das estruturas necessárias para o funcionamento do condomínio, como portaria, sistemas de segurança, muro perimetral, área administrativa e espaço destinado aos funcionários. A implantação dos equipamentos de lazer seguirá um cronograma e a previsão é que as cinco ilhas sejam entregues daqui a um ano, enquanto a Ilha Central, que irá concentrar a praia e parte das áreas de lazer, está prevista para 2029. Projetos das futuras residências Com a autorização para construir, os proprietários podem avançar para a etapa final de desenvolvimento dos projetos residenciais, que deverão respeitar as diretrizes arquitetônicas e urbanísticas definidas para o Aruna Ilhas. De acordo com Lucas Rocha, diretor operacional da Mondonex, responsável pela administração do condomínio, diversos proprietários já iniciaram essa fase e alguns projetos estão próximos da conclusão. “Já temos todo o processo desenhado e a empresa parceira que será a responsável pelas análises. O próximo passo é a aprovação dos projetos pelo condomínio. A partir da entrega, estaremos aptos a emitir as autorizações necessárias. Portanto, a expectativa é que, neste primeiro momento, algumas obras já possam ser iniciadas”, explica. Com os primeiros projetos em andamento, o Aruna Ilhas entra na fase de ocupação, enquanto a implantação das demais áreas previstas no projeto avança de forma acelerada.

Masterplan Aruna Porto Rico
O Aruna Porto Rico é um masterplan de 822 mil m² às margens do Rio Paraná, em Porto
Rico (PR), desenvolvido pela Aruna Urbanismo Arte e incorporado pela PRC
Empreendimentos. O projeto reúne empreendimentos residenciais, espaços públicos e
áreas de lazer, com propostas que integram natureza, arquitetura e atividades ao ar livre.
Fazem parte do masterplan o Aruna Ilhas, condomínio de alto padrão com mais de 80 mil
m² de áreas de lazer; o Aruna Bioma, bairro náutico aberto; o Aruna Torres, previsto como o
primeiro edifício de grande porte e altíssimo padrão da região; e a Aruna Alameda, espaço
público com shopping projetado próximo ao acesso principal do bairro.
Com implantação gradual, o Aruna integra a estratégia de desenvolvimento de Porto Rico
como destino nacional de lazer, aproveitando o potencial turístico da região e a relação do
município com o Rio Paraná.

Hospital da Criança de Maringá (HCM) promove desfile com pacientes oncológicos durante o Setembro Dourado

No mês em que se celebra o Setembro Dourado, o Hospital da Criança de Maringá (HCM) realizará, no dia 12 de setembro, às 8h30, um desfile com cerca de 20 pacientes oncológicos da instituição. A ação, voltada para pacientes, familiares e convidados, será realizada na recepção do Bloco 7 do hospital e conta com a parceria do grupo Pakita e integra a programação que marca os dois anos de funcionamento do hospital.

Intitulada “Palco dos Sonhos”, a iniciativa foi criada como uma ação de humanização voltada aos pacientes da oncologia pediátrica. O desfile terá uma ambientação especial, com passarela e apresentação individual das crianças, que terão suas histórias e características pessoais destacadas durante o evento.

A presidente da Comissão de Humanização do HCM, Adriana Silva, explica que, mais do que um momento comemorativo, a proposta busca valorizar a trajetória de cada paciente, fortalecer a autoestima e promover o protagonismo infantil.

“A intenção é proporcionar às crianças em tratamento um momento de protagonismo, valorização, autoestima e alegria, permitindo que sejam vistas para além da doença e do diagnóstico. A iniciativa também busca fortalecer os vínculos entre paciente, família e equipe, proporcionando uma experiência positiva dentro do ambiente hospitalar. O projeto se consolida como uma ação de cuidado integral e humanizado, contribuindo para tornar a experiência hospitalar mais acolhedora, significativa e centrada na criança”, afirma Adriana.

As roupas utilizadas pelos pacientes serão disponibilizadas pelo grupo Pakita e, após o desfile, todas as peças serão doadas às crianças e adolescentes participantes. A ação também contará com a presença de familiares, equipe multiprofissional, parceiros e convidados.

“Quando fomos até o hospital e conhecemos de perto esse trabalho tão importante, entendemos o quanto a participação da sociedade faz diferença. São crianças e adolescentes muitas vezes pertencentes a famílias que também precisam de acolhimento e apoio durante o tratamento. Saber que tantas vidas são cuidadas e salvas todos os dias nos tocou profundamente. Para o Grupo Pakita, participar do “Palco dos Sonhos” é uma forma de contribuir, fazer o bem e proporcionar um momento de alegria, afeto e proximidade para essas crianças e suas famílias”, afirma Vera Castro, fundadora do Grupo Pakita.

O desfile será realizado durante o Setembro Dourado, período dedicado à conscientização sobre o câncer infantojuvenil, e no mesmo mês em que o Hospital da Criança de Maringá completa dois anos de funcionamento.

“Oferecer tratamento oncológico pediátrico em Maringá significa garantir que crianças e adolescentes da cidade e de toda a região possam realizar seu tratamento mais perto de casa, ao lado de suas famílias. Nosso compromisso é oferecer uma assistência qualificada e, ao mesmo tempo, humanizada, olhando para cada paciente para além do diagnóstico. Neste mês em que celebramos o Setembro Dourado e os dois anos do hospital, esse desfile simboliza justamente esse cuidado integral, que também valoriza a autoestima, a alegria e o bem-estar das nossas crianças e adolescentes”, afirma a diretora do HCM, Juliana Motta.

A iniciativa, ainda segundo Juliana, reforça o compromisso do HCM com práticas de cuidado centradas no paciente, considerando também os aspectos emocionais e sociais envolvidos no tratamento oncológico. A expectativa é proporcionar uma experiência positiva aos pacientes e suas famílias, fortalecer os vínculos com a equipe assistencial e evidenciar que o cuidado com a criança vai além do tratamento da doença.

Academia de Letras de Maringá concede Título de Membro Honorário a Ulisses Maia em celebração à trajetória e legado

A Academia de Letras de Maringá (ALM) prestou uma das mais altas e significativas homenagens de sua história ao conceder o Título de Membro Honorário a Ulisses Maia, cofundador da instituição. A honraria é um gesto de profunda gratidão pública e reconhecimento a quem ajudou a erguer as bases da literatura e do pensamento intelectual maringaense.

Com quase três décadas de dedicação à cultura local, a ALM soma 29 anos de fundação e conta atualmente com 34 membros titulares. A concessão do título imortaliza a trajetória de Ulisses Maia na história oficial da associação, unindo mérito intelectual e afeto comunitário.

O título de Membro Honorário destina-se a personalizar a gratidão da comunidade por trajetórias inspiradoras. Na ALM, a honraria assume um significado ainda mais profundo, o de ligação permanente. Pelo estatuto da casa, ao deixar a condição de membro titular, o acadêmico cofundador preserva os direitos de pertencimento.

A despedida do quadro titular foi marcada pela poesia. A atual presidente, Eliana Palma,  expressou o sentimento do grupo com trovas marcantes de A. A. de Assis.

“Ah, que profunda saudade

invade uma Academia

a cada vez que um confrade

deixa a cadeira vazia!”

“É sempre muito triste perder um membro titular da Academia de Letras. Ainda mais quando se trata de um acadêmico com história de vida tão rica quanto a de Ulisses Maia. Embora a transição traga nostalgia, a concessão do título traz conforto aos membros, garantindo que a amizade, o convívio e a troca de saberes permanecem vivos nas reuniões da casa”, complementou a presidente.

Visivelmente emocionado com a honraria, Ulisses Maia ressaltou a alegria e a responsabilidade renovada em continuar servindo à causa cultural da cidade.

“Receber esta honraria da Academia de Letras de Maringá é motivo de orgulho. Ajudar a fundar esta Casa há 29 anos foi um dos passos mais marcantes da minha jornada. Tornar-me Membro Honorário reafirma o meu compromisso contínuo de trabalhar pela literatura, pelo conhecimento e pela memória da nossa gente. Pertencer à ALM é carregar no peito um vínculo eterno de afeto, respeito e dever com a cultura de Maringá.”

Ao receber a honraria, Ulisses Maia passa a integrar uma seleta galeria de personalidades que também foram agraciadas pela ALM por suas contribuições ímpares e honorabilidade, entre as quais destacam-se os Membros Honorários Darcy Berbert de Andrade, Dari Pereira, Ivana Martins, Kelly Schemberger, Lázaro Marinho Dominciano, Márcia Eudócia Ferreira, Mariah Ferry, Pedro Aparecido de Paulo, Tadeu França e Wall Barrionuevo.

Com a entrega do título, a Academia de Letras de Maringá reafirma a missão de valorizar aqueles que constroem a história cultural da cidade, garantindo que o legado dos fundadores continue a inspirar as futuras gerações.

Maria Victoria (PP) assume compromisso de levar Casas do Autista às regiões do Paraná

Proposta prevê centros regionalizados de atendimento multidisciplinar para pessoas com TEA e apoio permanente às famílias

A deputada estadual Maria Victoria (PP) assumiu o compromisso de trabalhar pela implantação de Casas do Autista regionalizadas no Paraná, ampliando o acesso de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) a atendimento especializado próximo de onde vivem.

A proposta prevê a articulação entre Governo do Estado, municípios e instituições especializadas para estruturar uma rede regional de acolhimento e atendimento multidisciplinar.

“A família que recebe um diagnóstico de autismo precisa encontrar uma rede de apoio, orientação e atendimento. E precisa encontrar essa estrutura perto de casa. O CEP não pode determinar se uma criança terá ou não acesso às terapias e aos profissionais de que necessita”, afirma Maria Victoria.

Uma das maneiras de viabilizar as Casas do Autista é o financiamento das construções com recursos das economias da Assembleia Legislativa, nos mesmos moldes do programa de creches. “Estamos construindo mais de 300 creches em todas as regiões com recursos das economias dos 54 deputados e deputadas. Podemos usar o mesmo modelo”, explica.

REGIONAIS – A ideia é instalar as Casas do Autista de maneira regionalizada, priorizando cidades-polo e permitindo que cada unidade atenda também moradores dos municípios do entorno.

“Uma criança que vive no interior precisa ter acesso a oportunidades semelhantes às de quem vive nos grandes centros. É essa distância que queremos diminuir”, pontua.

Os espaços deverão reunir serviços e profissionais de diferentes áreas, de acordo com as necessidades de cada pessoa, promovendo desenvolvimento, autonomia, inclusão e qualidade de vida.

IDADES – Maria Victoria ressalta ainda que o atendimento deve acompanhar as diferentes fases da vida. “O autismo não termina na infância. Precisamos pensar na criança, no adolescente e no adulto”.

A implantação das unidades deverá ocorrer por meio de parceria com o Governo do Estado, municípios e instituições que já possuem experiência no atendimento às pessoas com TEA.

“Não precisamos começar do zero. O Paraná tem profissionais, universidades, entidades e experiências muito importantes. O nosso papel é conectar essa capacidade, fortalecer o que já funciona e ajudar a levar atendimento especializado para todas as regiões.”, frisa.

Câmara de Maringá sedia mostra fotográfica sobre mulheres que venceram o câncer

“Mulheres Expostas” é o título da mostra de 40 fotografias de pacientes e ex-pacientes oncológicas, reunidas no grupo Café com Rosas e clicadas pela fotógrafa Talicia Graboschi. A exposição pode ser visitada no hall térreo da Câmara de Maringá, até o dia 18 de setembro.“A ideia foi trazer a mulher para o centro das coisas, mostrar que elas não precisam ter vergonha dos percalços que tiveram na vida e resgatar a auto-estima delas”, explicou Talicia que é voluntária do grupo.

O Café com Rosas surgiu em 2020 da reunião de quatro mulheres que viviam o tratamento de combate ao câncer. Em função do isolamento físico gerado pela pandemia do Covid-19, elas conversavam pelo aplicativo de mensagens (whatsapp), trocando experiências, dicas de saúde e acolhimento.

“Com o tempo, esse grupo cresceu e cresceu. Hoje, somos em torno de 300 pessoas que vivem em Maringá, região e até fora do Brasil. Uma vez por mês, realizamos um encontro presencial com palestra, dinâmicas e, especialmente, fortalecimento da amizade que inclui cônjuges, pais e filhos”, disse Eliana Chichanoski, idealizadora do grupo.

As fotografias mostram mulheres de cabeças raspadas e cicatrizes cirúrgicas de pessoas que enfrentaram o medo da morte e, hoje, comemoram a cura apoiando outras mulheres.

Para obter mais informações sobre esse grupo os interessados podem acessar os seguintes perfis no Instagram: @comrosas_cafe; @eliana_chichanoski e @taliciagraboschi ou pelo telefone/whatsapp: (44) 99849-9186 (Eliana).

Serviço
Mostra “Mulheres Expostas”
Local: Hall térreo da Câmara de Maringá
Período: até 18 de setembro
Horário: das 8h às 18h.

novos capítulos nas quadras de Maringá

A amizade começou no colégio, atravessou a infância e chegou às quadras. Lara N., Elisa M. e Bruna J., estudam juntas desde os primeiros anos do Ensino Fundamental e, há anos, também compartilham treinos, viagens e campeonatos. Agora, as três se preparam para mais uma edição da Olimpíada Marista Brasil (OMB), que terá Maringá como uma das cinco cidades-sedes e reunirá cerca de 846 estudantes de 19 unidades entre os dias 4 e 7 de setembro.

A amizade das adolescentes, que acompanhou diferentes fases da vida escolar, hoje ganha novos espaços, principalmente no esporte. As três já dividiram quadras, torcidas, viagens e momentos de expectativa antes das partidas, mas também comemorações, brincadeiras e muitas histórias que ficaram marcadas. Todas começaram na ginástica rítmica no Colégio Marista Maringá e, depois, passaram a praticar o vôlei. Ainda na ginástica, conquistaram diversas medalhas na OMB, tanto no individual quanto em grupo.

Com tantas participações e conquistas, as três já perderam a conta de quantas medalhas possuem. Mas, quando falam sobre as competições, os primeiros exemplos não são necessariamente os troféus. São as experiências que acontecem entre uma partida e outra e a possibilidade de viver tudo isso ao lado de pessoas que fazem parte da história delas.

“As Olimpíadas sempre foram muito mais do que apenas um campeonato. Desde quando eu era mais nova, elas fazem parte da minha vida e me proporcionaram muitos aprendizados, experiências e memórias. Além dos jogos, gosto muito de poder conhecer outras cidades, sair da rotina e conviver com outras equipes e escolas”, conta Lara.

A estudante também destaca os momentos que acontecem longe das quadras, como parte importante da experiência. Viagens, alojamentos, refeições, conversas e brincadeiras acabam criando uma rotina diferente daquela vivida durante o ano letivo. Para as três amigas, são justamente esses momentos compartilhados que ajudam a transformar cada edição em uma nova memória.

“Participar com as minhas amigas torna tudo ainda melhor, porque podemos viver esses momentos juntas, torcer umas pelas outras, dar risada e criar memórias que vamos levar para sempre. Acho que, no final, o mais legal é poder compartilhar toda essa experiência com pessoas que eu gosto”, afirma Elisa.

A convivência em diferentes equipes e com estudantes de outras unidades também trouxe aprendizados para Bruna. Para ela, a competição é uma oportunidade de lidar com diferentes formas de pensar e agir, entender o papel de cada pessoa dentro de uma equipe e aprender a buscar um objetivo em conjunto.

“Uma das melhores partes de participar das Olimpíadas é toda a experiência de conhecer novas pessoas, competir com pessoas diferentes e viver desafios que vão muito além do esporte. Principalmente, aprender a trabalhar em equipe, entender as diferenças de cada pessoa e juntas buscar o melhor resultado possível”, relata.

Evento nacional movimenta a cidade
Neste ano, a experiência acontece, também, em Maringá, uma das cinco cidades-sedes de 2026. A edição celebra os 15 anos da OMB e reunirá estudantes das etapas regionais de Brasília e São Paulo. Ao todo, serão cerca de 846 estudantes, além de equipes técnicas e demais integrantes das delegações.

Durante os quatro dias, os participantes disputarão partidas de handebol, voleibol, basquete e futsal. A programação também busca promover a integração entre estudantes de diferentes regiões, utilizando o esporte como espaço de convivência, cooperação e desenvolvimento.

Esta edição, aberta ao público, também será marcada pela campanha “Sem respeito, não tem jogo”, que envolve estudantes, equipes técnicas, árbitros, torcidas e toda a comunidade escolar. A iniciativa propõe que o respeito seja parte central da experiência esportiva, reforçando valores como ética, empatia, cooperação e acolhimento dentro e fora das quadras.

Para Lara, Elisa e Bruna, será mais uma oportunidade de continuar uma história que começou ainda na infância. Entre diferentes modalidades, medalhas, viagens e mudanças de fase, o que permanece é a possibilidade de viver novas experiências ao lado de quem está presente desde os primeiros anos da vida escolar.

Serviço:
Os ingressos para assistir aos jogos podem ser adquiridos gratuitamente pelos links abaixo, de acordo com cada local.

Data: 04 a 07 de setembro
Locais e endereços:

Colégio Marista https://www.sympla.com.br/evento/jogos-no-colegio-marista-maringa—omb-26—etapa-maringa/3557794

Ginásio Valdir Pinheiro: https://www.sympla.com.br/evento/jogos-no-ginasio-valdir-pinheiro—omb-26—etapa-maringa/3557827

Ginásio AABB: https://www.sympla.com.br/evento/jogos-no-ginasio-aabb—omb-26—etapa-maringa/3557836

Sobre o Marista Maringá
O Colégio Marista Maringá pertence à uma rede de colégios e escolas presente em 20 estados brasileiros e no Distrito Federal, atendendo mais de 100 mil crianças, jovens e adultos em 97 unidades de ensino. Os estudantes recebem formação integral, composta pela tradição dos valores Maristas e pela excelência acadêmica alinhada aos desafios contemporâneos. Por meio de propostas pedagógicas diferenciadas, crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico, autonomia e se tornam mais preparados para viver em uma sociedade em constante transformação. Saiba mais em: maristabrasil.org/