PUBLICIDADE

Black Madonna: O projeto de Maringá que coloca o norte do Paraná no mapa do automobilismo mundial

Maringá já é reconhecida por sua qualidade de vida, pelo planejamento urbano que inspira cidades inteiras e por uma cultura empreendedora que vai muito além das fronteiras do Paraná. Agora, a cidade ganha mais um motivo de orgulho — desta vez, vindo do universo do automobilismo de alto nível. A Black Madonna nasceu aqui.
Concebida e realizada em Maringá pelo designer Ricardo Sanches — sócio e Diretor de Design da Dzigna Branding —, a Black Madonna é um restomod que transforma um Puma GTE 1978 em uma obra de arte automotiva com padrão internacional. Um projeto que, pelo nível de execução, pela filosofia de design e pela ousadia das escolhas técnicas, pode ser colocado lado a lado com os maiores projetos de customização do mundo.

De Maringá para o mundo

Não é comum que projetos dessa envergadura nasçam fora dos grandes centros. Os grandes restomods e obras de customização de alto nível costumam surgir em garagens de Los Angeles, em estúdios de Tóquio ou em ateliês europeus. A Black Madonna quebra essa lógica — e o faz com naturalidade, como quem nunca duvidou que Maringá fosse o lugar certo para criar algo assim.

A Dzigna Branding, estúdio de design de marcas com portfólio robusto e atuação que vai muito além do mercado regional, assina o projeto como parte de seu trabalho criativo. A Black Madonna não é uma exceção na trajetória do estúdio — é a expressão mais visceral de uma filosofia que Ricardo Sanches carrega em cada projeto: design como identidade, como declaração, como presença.

“Maringá tem tudo para ser referência criativa nacional. A Black Madonna é uma prova disso — construída aqui, com ambição de mundo.”

Um Puma GTE reinterpretado com obsessão

A base do projeto é um Puma GTE 1978 — um dos mais emblemáticos esportivos brasileiros, cuja silhueta em fibra de vidro é imediatamente reconhecível para qualquer entusiasta do automobilismo nacional. Mas chamar a Black Madonna de restauração seria subestimá-la profundamente.

A silhueta foi integralmente recriada em fibra de vidro — preservando as referências originais do Puma GTE, mas reinterpretada e customizada do zero. Sob ela, um chassi tubular construído do zero sustenta um conjunto mecânico que nada deve às limitações da época: motor boxer aircooled de 1.900cc turbinado e injetado, coberto pela Capela Porsche

911 para otimização térmica; suspensão Duplo A completo desenvolvida pela Santiago Racing; freios Brembo de origem Porsche. Por fora, a pintura preta profunda que dá nome ao projeto — complementada por rodas exclusivas e um interior que une referências clássicas a tecnologia contemporânea.

One of One — por enquanto, única no mundo

A Black Madonna existe hoje em exemplar único no planeta. Não há outro igual em nenhum lugar do mundo. Essa singularidade não é acidental: é o resultado de um processo criativo que tratou cada decisão — estética, técnica, conceitual — como uma assinatura. O nome vem da faixa homônima do Cage the Elephant, e carrega a mesma energia da música: intensa, marcante, impossível de ignorar.

Para Maringá e para o norte do Paraná, a Black Madonna representa algo concreto: a prova de que criatividade de alto nível não tem endereço fixo. De que é possível, a partir daqui, criar algo com a estatura das grandes obras do design automotivo mundial. E de que o talento que sempre existiu nesta região tem, agora, uma forma preta, aerodinâmica e inconfundível.