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Arquivamento no Ministério Público confirma regularidade na conduta de Mario Hossokawa

O vereador e primeiro secretário da Câmara Municipal de Maringá, Mario Hossokawa, foi oficialmente comunicado nesta semana sobre o arquivamento do inquérito civil que apurava uma denúncia apresentada pela ex-vereadora Cris Lauer contra ele e contra o então subprocurador jurídico do Legislativo, David Marlon da Silva.

A investigação tratava da suspeita de que o advogado, que exercia função comissionada na Câmara, estaria atuando em causas particulares de Mario Hossokawa durante o horário de expediente do serviço público, além de suposta irregularidade relacionada à remuneração desses serviços.

Após a apuração conduzida pela 20ª Promotoria de Justiça de Maringá, o entendimento foi de que não houve qualquer ilegalidade ou ato de improbidade.

Durante o procedimento, foram analisados registros de ponto, movimentações processuais no Tribunal de Justiça e no Tribunal Regional Eleitoral, além de contratos, comprovantes de pagamento e notas fiscais. Ficou constatado que o cargo de subprocurador possui jornada de seis horas diárias com possibilidade de flexibilização, e que os serviços advocatícios particulares foram realizados fora do horário de expediente da Câmara.

Também foi comprovado que os honorários foram devidamente formalizados e pagos dentro da legalidade. Em uma das ações, houve pagamento por transferência via PIX e em espécie, ambos respaldados por documentação fiscal. Em outro processo, o contrato previa pagamento apenas em caso de êxito judicial, o que não ocorreu.

Sobre um apontamento relacionado ao registro de ponto em julho de 2025, não foi constatado qualquer indício de fraude ou intenção de burlar o controle de jornada.
Mario Hossokawa afirma que acompanhou toda a apuração com tranquilidade, justamente por saber que tudo foi conduzido de forma correta.

“Confesso que fiquei muito tranquilo, porque desde o início eu sabia que não havia nenhuma irregularidade. O David realmente prestou serviço para mim, mas tudo foi feito da forma correta, fora do horário de expediente, com contrato formal, pagamento comprovado via PIX e emissão de nota fiscal”, afirmou.

Segundo o vereador, sempre houve o cuidado de agir com transparência e dentro da legalidade, preservando tanto sua conduta quanto a do servidor envolvido.

“Na Câmara, todos sabem que os servidores cumprem carga horária de seis horas com flexibilidade. Sempre tive esse cuidado para não causar qualquer problema, nem para o servidor, nem para mim. Tudo foi comprovado documentalmente, exatamente como deve ser”, destacou.

Com mais de quatro décadas de vida pública, Mario reforça que sua trajetória sempre foi marcada pelo compromisso com a ética e o interesse coletivo.

“Estou há muitos anos na vida pública e nunca utilizei meu cargo para proveito pessoal. Sempre trabalhei com seriedade, pensando na comunidade e respeitando o dinheiro público. Por isso, tinha a certeza de que essa denúncia seria arquivada”, concluiu.

O procedimento segue agora para homologação no Conselho Superior do Ministério Público.