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Formandos em Medicina da UEM demonstram desempenho acima da média nacional, segundo o MEC

Estudantes concluintes do curso de Medicina da Universidade Estadual de Maringá (UEM) apresentaram desempenho superior à média nacional no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2025. De acordo com dados do Ministério da Educação (MEC), 36 dos 40 formandos da instituição foram considerados Proficientes, o que representa um índice de aproveitamento de 90%. Já a Uningá, que figura entre os cursos com piores resultados no país, teve menos de 45% dos estudantes com proficiência.

As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (19) e fazem parte da primeira edição do Enamed, avaliação aplicada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão vinculado ao MEC, com o objetivo de mensurar a qualidade da formação médica no Brasil.

Em Maringá, a UEM alcançou o conceito máximo, nota 5, enquanto a Unicesumar obteve conceito 4. A Uningá recebeu conceito 2, ficando entre as instituições com desempenho mais baixo na avaliação nacional.

Segundo dados individualizados fornecidos pelo MEC ao Maringá Post, 40 alunos do último ano de Medicina da UEM participaram da prova, aplicada em outubro de 2025. Destes, 36 atingiram o nível de proficiência exigido, demonstrando domínio sólido dos conhecimentos necessários para o exercício da profissão, resultado que garantiu à universidade o conceito máximo no exame.

Na Uningá, 89 acadêmicos realizaram a avaliação, mas apenas 40 foram classificados como Proficientes, percentual inferior a 45%, fator determinante para o conceito 2 atribuído ao curso. Procurada pela reportagem, a instituição informou que não irá comentar os resultados.

Já a Unicesumar contou com a participação de 308 formandos, dos quais 238 alcançaram a proficiência, o que corresponde a um aproveitamento de 77% e resultou no conceito 4.

Em âmbito nacional, a média de proficiência entre estudantes de Medicina de universidades estaduais foi de 86%, índice inferior ao registrado pela UEM. Entre as instituições privadas, a média ficou em 57%, mantendo a Unicesumar acima desse patamar, enquanto a Uningá permaneceu abaixo.